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Mais um domingo vai chegando e... é sempre a mesma coisa: os mesmos programas, recheados com os mesmos quadros, acompanhados pelas mesmas pautas e enfeitados com as mesmas piadas. Triste. Não há nada de novo e isso faz do dia, que já não é o preferido dos brasileiros, se tornar algo ainda pior.
Começando pelo “Domingo Legal”, no SBT, e o “Tudo é Possível”, com Ana Hickmann. Os programas, que juntos possuem mais de 8 horas de duração, não trazem nada de novidade para o telespectador e são tão iguais que se perdem na mesmice que o dia já sugere. E nem é culpa dos apresentadores, já que nem a Oprah Winfrey conseguiria fazer mágica e prender uma pessoa durante quatro horas seguidas na frente de um aparelho de televisão.
Depois disso vem Gugu e Eliana, tão criativos que o título de seus programas leva os seus próprios nomes. Dividem a mesma audiência ao invés de sair em busca de novidades e agradar um público diferente. Fica até difícil distinguir o original do xérox. E se você acha que na Globo o sistema é diferente, está enganado. Fausto Silva, apesar de ter melhorado nos últimos tempos, ainda guarda resquícios daquele velho programa cansativo e monótono, onde os únicos minutos engraçados eram quando o apresentador não deixava os seus convidados falarem.
Somente na noite do domingo, após o futebol, é que o povo pode ligar a televisão e ver produtos de qualidade. O “Domingo Espetacular” e o “Fantástico” são excelentes programas que, apesar de parecidos, apostam em reportagens com temas diferentes, criando uma diversidade maior. O “Pânico na TV” é o encontro marcado das pessoas que, após um dia chato, param para rir e se divertir na frente da televisão. Marilia Gabriela também trás um conteúdo de qualidade com suas entrevistas focadas para um público que dorme mais tarde.
Quem tem TV fechada não precisa passar por esses problemas. Até porque às 16h00 é reprisado, no canal Viva, o “Cassino do Chacrinha” e ali, sim, a alegria é garantida.

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